Como Somos e Pensamos

A evolução da Aprendizagem

Os 5 verbos que vão desde a Infância à Idade adulta passando pela Juventude:

  • Ver – a primeira fase da criança e sua ligação com os livros passa pelo - ver "sob um olhar de uma criança, como alguém disse" - que tal como os adultos gostam de pintura, escultura e outras formas de arte sem palavras; a criança também, gosta de ver livros de imagens, desenhos, ou ilustrações é na realidade uma forma diferente de aprendizagem e de se relacionar com o mundo novo desconhecido.
  • Ouvir – a segunda fase "ouvir a história contada por alguém, mãe, pai, avós…" uma outra forma de aprender é ouvir e, por conseguinte, estabelecer diálogo com as pessoas através de perguntas como: "O que é…; Como foi…? Perguntas que pedem respostas e faz nascer a curiosidade, tão importante nas nossas vidas, e sem qual seriamos todos ignorantes;
  • Ler – a terceira fase mais avançada "ler – em que a criança já anda na escola, já aprendeu a ler", em cada palavra que lê aprende como se escreve, como se fala ou deve falar num diálogo" e tudo sempre sobre o verbo aprender;
  • Aprender – a quarta fase "para alguns uma fase escolar mais avançada de aprendizagem" quando na realidade todas as fases foram de aprendizagem de formas diferentes, mas sempre a aprender.
  • Saber – a quinta fase "que nunca termina – tal como se costuma dizer: "o saber não ocupa lugar" e estamos sempre a aprender", porque quem não aprende fica parado no tempo, é como se a sua vida parasse de evoluir e é tudo o que não queremos, já basta que possam existir limitações para fazer.

Verbos que muitos pais desconhecem e que são básicos nas vidas dos seus filhos desde a infância à idade adulta.

Laura Somerset

08/08/2026 (Artigo também publicado no LinkedIn)

O papel dos E-books na Era Digital

"Era madrugada quando percebi que a minha biblioteca cabia na palma da minha mão. Entre romances clássicos e manuais técnicos, bastava um toque para abrir qualquer obra. Foi nesse momento que entendi o impacto silencioso dos e‑books."


  • Acessibilidade e conveniência

Um dos maiores atrativos dos e‑books é a possibilidade de transportar centenas de títulos em um único dispositivo. Tablets, leitores electrónicos (e‑readers) e até smartphones permitem que o leitor tenha acesso a obras instantaneamente, sem depender de espaço físico ou prazos de entrega. Isso facilita o acesso à leitura, especialmente em regiões onde livrarias e bibliotecas são escassas.

"Já pensou quantos livros poderia carregar sem sentir o peso? Os e‑books respondem a essa pergunta com uma revolução silenciosa."

  • Custo e sustentabilidade

Em geral, os e‑books têm preços mais baixos que livros impressos, pois eliminam custos de impressão, transporte e armazenamento. Além disso, reduzem o consumo de papel, contribuindo para a preservação de recursos naturais e diminuindo a pegada de carbono associada à produção editorial.

"Ler é um ato milenar; o suporte, no entanto, é transitório. Do pergaminho ao papel, e agora no ecrã, a história do livro é também a da adaptação da história à humanidade."

  • Recursos interativos e personalização

Diferente do livro físico, o e‑book pode oferecer funcionalidades como ajuste de fonte, dicionário integrado, marcações digitais e até conteúdos multimídia. Essas ferramentas ampliam a experiência de leitura e podem ser especialmente úteis para estudantes e leitores com necessidades específicas.

"Seja no brilho da ecrã ou no cheiro do papel, o que importa é que a leitura continue na nossa vida."

  • Desafios e limitações

Apesar das vantagens, os e‑books enfrentam obstáculos. A leitura prolongada em telas pode causar fadiga ocular, e a dependência de dispositivos eletrônicos e consumo de energia elétrica pode limitar o seu uso em certas regiões. Além disso, questões de direitos autorais e formatos podem restringir a liberdade do leitor.

"À medida que a tecnologia avança, talvez surjam formatos que unam a imersão do impresso à interatividade do digital, redefinindo mais uma vez o que chamamos de livro."

Conclusão

Os e‑books não substituem completamente o livro impresso, mas coexistem com ele, oferecendo novas possibilidades e ampliando o alcance da leitura. Na era digital, a escolha entre papel e o ecrã não precisa ser eliminada: cada formato atende a necessidades e contextos diferentes.

O futuro da leitura, provavelmente, será digital, combinando o melhor dos dois mundos.

Laura Somerset

09/08/2026 (Artigo e frases tiveram a ajuda da IA - Copilot)

Internet vs. Crianças/Adolescentes

A Internet é de facto um meio ótimo para se obter conhecimento, informação, divertimento e entretenimento, entre muitos outros, conseguimos saber e fazer quase tudo via Internet, foi de facto um acontecimento revolucionário na vida da humanidade, ficarmos tão próximos daquilo e de quem está longe.

Mas, realmente hoje em dia sinto com preocupação a vida dos mais jovens, desde tenra idade que andam "atrelados aos smart phones e tablets", mas, a culpa não é deles, mas sim dos adultos que os rodeiam que fazem exatamente a mesma coisa, e todos sabemos que os filhos ou as pessoas mais novas têm tendência a imitar ou a seguir as pisadas dos adultos, quer sejam familiares ou não, desde cedo que todos nós temos os nossos ídolos ou exemplos.

A realidade é que existe uma atração muito grande da parte de todos pela informática, computadores, tablets, smart phones e, obviamente, pela Internet.

Tudo bem, eu também, e vocês também, sentimos todos o mesmo, mas penso que deveria passar a existir uma aplicação/plataforma com Internet dividida por faixas etárias como por exemplo:

  • Infantil depois dos 6 até aos 9 anos
  • Juvenil entre os 10 até aos 14 anos -
  • Jovens mais adultos a partir dos 15 até aos 18 anos
  • Adultos a partir dos 18 anos – onde mais tarde todos estamos

Penso que seria o ideal para cada uma destas faixas etárias, uma aplicação/plataforma que os ligasse a uma Internet específica para a sua idade, mesmo que obrigasse os pais a pagar uma anuidade, para que os filhos pudessem terem acesso a e-books, música, séries, filmes, vídeos, manuais escolares gratuitos durante o ano, e pudessem estar e conviver em segurança online.

Uma plataforma segura e unicamente para menores onde estes pudessem encontrar tudo aquilo que gostam:

  • e-books,
  • filmes,
  • séries,
  • música,
  • roupas,
  • manuais de aprendizagem,
  • eventos de entretenimento
  • museus e outros
  • YouTube com vídeos e pod casts
  • Facebook para conversar ou fazer amigos ou uma rede similar onde pudessem conviver com pessoas da sua idade,
  • enfim tudo o que possa e deva interessar a cada uma das faixas etárias…

Aplicação/plataforma essa que deveria ser supervisionada por pessoas com conhecimento e formação adequada para controlar o conteúdo adequado a cada uma das faixas etárias, e que também só seria acessível a cada grupo etário e que conteria todos os dados sobre o usuário de forma a controlar o acesso a essa aplicação ou plataforma e aos seus progenitores ou responsáveis pela sua educação ou criação.

Plataforma ou aplicação à qual só por candidatura os fornecedores de conteúdos teriam acesso, e por aprovação e validação de responsáveis de conteúdo, com conhecimento e formação adequada, os pudessem tornar acessíveis aos menores.

No fundo uma separação de interesses e de pessoas, mundo dos menores à parte do mundo de adultos.

O que acham os criadores de aplicações e plataformas desta ideia?

Pelo menos penso que seria mais segura para os menores, conviver entre eles e com eles, não concordam.

"É em criança que começa o gosto pelos livros, é assim que nos tornamos grandes"

Laura Somerset 

(Artigo também publicado no LinkedIn em 10/03/2026)